Azeite de Oliva Espanhol Azeite de oliva espanhol

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Tudo começou em 1950

O azeite de oliva é usado pelo homem desde 6.000 a.C. Com tanto tempo de convivência, os seus efeitos nocivos - se existissem - certamente já teriam se revelado. Mas porque a ciência demorou tanto para confirmar os benefícios do azeite de oliva? Em primeiro lugar, uma coisa é suspeitar de um benefício e outra, bem diferente, explicar o processo pelo qual ele se realiza. É próprio do método científico dar passos lentos, mas seguros. Por outro lado, até pouco tempo atrás, vários mecanismos orgânicos sobre os quais o azeite de oliva tem efeitos positivos, simplesmente, eram desconhecidos.

Veja a seguir a saga científica que alçou o azeite ao mais alto grau de prestígio entre os óleos.

Anos 1950 - 1960

Tudo começou quando o pesquisador Ancel Keys e equipe promoveu um grande estudo clínico sobre a influência do colesterol sobre as doenças do coração em 22 agrupamentos populacionais com características alimentares distintas em sete países diferentes. O resultado foi surpreendente: o que realmente importa em uma dieta para diminuir o risco de doenças cardiovasculares é a qualidade da gordura da dieta usada habitualmente e não a quantidade.

No estudo ficou comprovado que as populações com dieta pobre em gordura saturada (proveniente de carnes, embutidos e manteiga) apresentavam níveis mais baixos de colesterol e uma incidência menor de doenças do coração. Também observaram que as populações mediterrâneas, apesar de um consumo elevado de gordura (azeite de oliva) mostravam níveis mais baixos de colesterol total e também uma menor incidência de doenças do coração. E mais: os moradores do norte da Europa, vorazes consumidores de gordura de origem animal, principalmente manteiga, foram os que apresentaram uma elevada taxa de colesterol e os maiores índices de doenças cardiovasculares.

Começaram, então, as orientações nutricionais voltadas para a qualidade da gordura:

1. Condenação às gorduras saturadas encontradas principalmente nos alimentos de origem animal: carnes, embutidos, queijo e manteiga.

2. Elogio às gorduras poliinsaturadas: peixes, óleos (girassol, soja e milho), abacate e margarinas vegetais.

3. As gorduras monoinsaturadas, como a presente no azeite de oliva, foram consideradas neutras.

De 1970 A 1980. Aparecem os benefícios das gorduras monoinsaturadas

Diante das revelações do estudo de Keys, as recomendações nutricionais de diversos institutos em todo mundo incorporaram a condenação das gorduras saturadas e preconizaram a utilização das gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas.
Nessa época, no entanto, os pesquisadores descobriram que dentro do organismo, o colesterol precisava de proteínas para ser transportado, ou seja, as lipoproteínas. As mais importantes são:

1. Lipoproteínas de alta densidade (HDL). Conhecida como 'bom colesterol' por ter êxito em transportar o colesterol até seu destino final: o fígado. Por isso mesmo, desempenha um papel protetor.

2. Lipoproteínas de baixa densidade (LDL). Nem sempre consegue o mesmo resultado das HDL, contribuindo para a formação de placas nas artérias e no processo de arteriosclerose.

Descobriu-se, também, que as gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas ajudavam a diminuir o LDL do sangue ao mesmo tempo que mantinha estável o HDL.

Essas novas descobertas levaram a seguintes conclusões:

1. Novamente condenou-se a utilização de gorduras saturadas
2. Elogiaram o papel das gorduras poliinsaturadas, mas somente quando utilizadas em pequenas quantidades.
3. Confirmou-se o papel benéfico das gorduras monoinsaturadas, ou seja, do azeite de oliva.

Anos 90. A coroação do azeite de oliva

 Os esforços da ciência nos últimos anos concentram-se nas pesquisas que apontam os efeitos prejudiciais da oxidação das gorduras poliinsaturadas e formação dos radicais livres. Como conseqüência: formação das LDL-oxidadas, a situação mais grave e que aumenta, em muito, o risco de doenças cardiovasculares, por entupir as artérias.

Os ácidos graxos monoinsaturados são menos sensíveis à oxidação quando comparados com os poliinsaturados. Daí as seguintes conclusões:

1. A ingestão de gordura saturada é definitivamente indesejável.
2. As gorduras poliinsaturadas são preferíveis à saturada pois interfere positivamente na redução do LDL
3. A s monoinsaturadas apresentam todas os benefícios das poliinsaturadas e, por ser menos oxidável, nenhum de seus problemas.

Recomendação:o azeite de oliva, não apenas por ser rico em gorduras monoinsaturadas, mas também por conter valiosos antioxidantes (vitamina E, protovitamina A) e compostos fenólicos, é o óleo com maiores benefícios para a saúde disponível atualmente.

 

 

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